24º Caminhada Missionária e Vocacional Pe. Sérgio

Na Páscoa de 1993, retornando de Tucunduva para estar com seus familiares em São Luiz, Pe. Sérgio Lago Ourique, disse para sua mãe que se sentia cansado. Seus irmãos levaram-no para consultar. Ficou internado e no final da noite, por motivos não muito bem explicados (livro tombo) veio a falecer no hospital de São Luiz Gonzaga. Pe. Sérgio foi sepultado em Limoeiro, sua comunidade natal.

A partir daquele ano Pe. Afonso Werle, pároco, iniciou celebrações anuais no Limoeiro, dia 21, data de sua morte.

Em 1995, Ano Missionário, programado pela Igreja do Brasil, Pe. Eugênio Hartmann assume como Pároco de São Luiz, sucedendo Pe. Afonso. Por ser muito amigo do Pe. Sérgio, Pe. Eugênio incentivou a continuidade destas celebrações anuais no Limoeiro. E por ser Ano Missionário, propôs uma caminhada missionária. Um grupo de lideranças, padres amigos do Pe. Sérgio e uma comitiva de Tucunduva iniciaram esta caminhada missionária e vocacional.

Como o Pe. Sérgio já foi missionário da igreja irmã do Marabá colocamos alguns objetivos:

- Caminhar lembrando nossos missionários e missionárias, padres, irmãs e leigos do Marabá, nossa Igreja Irmã.

- Caminhar, rezar e pedir a Deus vocações a serviço de uma Igreja Missionária.

- Caminhar rezando por nossas lideranças que deram a vida por suas comunidades.

- Intenções particulares dos romeiros.

Já são 24 caminhadas. O início sempre se dá na Igreja Matriz, às 6h, onde os padres da Paróquia introduzem a caminhada com uma oração e bênção. Segue-se rezando até a Gruta Nossa Senhora de Lourdes onde é feita uma parada para pedir que Maria seja nossa companheira e guia: saímos cantando “Pelas estradas da vida, nunca sozinho estás”. A terceira parada para reflexão é feita na curva da Ponte do Rio Piraju. Lá rezamos pelas pessoas e lideranças falecidas. Seguimos até o cemitério onde ao redor da grande cruz nos ajoelhamos para pedir perdão. Lá olhamos para Pe. Sérgio que mesmo frágil na saúde foi trabalhar na missão. Qual é a nossa contribuição para uma Igreja que caminha, vai ao encontro, faz missão?

Do cemitério até a Igreja rezamos o terço, com ladainhas e cantos. Encontramos o povo do Limoeir

 

o que vem ao nosso encontro e entramos dando glória da Deus. Segue a missa sempre com a Igreja cheia de gente. É sempre meio dia quando a missa acaba. Aí a comunidade tem preparado um saboroso almoço e se segue a confraternização.

Próximo ano será o jubileu da caminhada: 25 anos. Como vamos celebrar? Fazer da caminhada um grande encontro de CEBs?

Pe. Eugênio João Hartmann – Coordenador Diocesano de CEBs e Pároco de Alecrim

 

 

 

 

 

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